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A pelve é uma estrutura em anel constituída
pelos dois ossos inonimados, sacro e cóccix,
cada osso é formado pela união de três
ossos, o ilíaco, o ísquio e o púbis.
Na região anterior, os ossos conectam-se na sínfise
púbica e, posteriormente, no sacro por meio das
articulações sacroilíacas.
Um fator importante é saber que a estabilidade
da pelve depende principalmente da integridade do complexo
ligamentar posterior. Este complexo posterior é
capaz de suportar a transferência de peso da coluna
lombar para as extremidades inferiores.
As afecções ortopédicas que acometem
a articulação do quadril e a região
pélvica, tem na anamnese e no exame clínico
minuncioso, a principal arma para realizar o diagnóstico
clínico, ou traçar a diretriz para a elucidação
da origem da origem anatômica da queixa.
A dor na região inguinal do atleta, de origem
pélvica ou da articulação do quadril,
freqüentemente constitui um verdadeiro desafio
na ortopedia esportiva. A complexa anatomia desta região
solicita uma abordagem multidisciplinar, como o cirurgião
geral, um ginecologista ou urologista, ou até
um neurologista.
A semiologia do quadril e da pelve é dividida
em anamnese, através dos dados de raça,
sexo, idade, antecedentes, mas com atenção
especial ao sexo e a idade, pois determinam características
de algumas lesões específicas desta faixa
etária. O exame físico, subdividido em
inspeção, palpação, grau
de mobilidade articular, testes especiais e exames neurológicos
(testes motores e sensitivos).
A propedêutica não deve se ater somente
à área pélvica e do quadril, mas
ao paciente como um todo.

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